Audiência pública evidencia ações de combate ao trabalho infantil

Visando sensibilizar segmentos sociais de Feira de Santana sobre as causas e consequências do trabalho infantil e buscando formas de prevenção, redução e erradicação, representantes de órgãos públicos e sociedade civil organizada estão participando de audiência pública de enfrentamento ao trabalho infantil. A iniciativa reúne especialistas, no auditório da Associação Comercial, no bairro Kalilândia, durante todo o dia desta quarta-feira, 14, para definir novas estratégias de enfrentamento ao problema.
Promovida pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedeso) em parceria com o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), a audiência pública abordou sobre o crescimento do registro de casos de exploração do trabalho infantil entre 2014 e 2015 e as ações de enfrentamento que vêm sendo deflagradas para frear o problema.
Logo após a apresentação de peça teatral com fantoches, pela Companhia Cuca de Teatro, abordando sobre o trabalho infantil e a exploração sexual de crianças e adolescentes, o evento foi aberto oficialmente com as presenças do prefeito José Ronaldo de Carvalho, o secretário da Sedeso, Ildes Ferreira; a presidente do CMDCA, Maria Regis Ferreira; a representante do PETI, Moema Pedreira; além de representantes de diversos outros órgãos públicos.
O prefeito José Ronaldo ressaltou o empenho do Governo Municipal para combater a exploração do trabalho infantil e o apoio que tem dado aos órgãos que compõem a rede de proteção para enfrentamento do problema. E lembrou que o enfrentamento deve ser feito não somente pelos órgãos governamentais mas também com o apoio imprescindível da sociedade.
Já a presidente do CMDCA, Maria Regis, observou a importância dos representantes dos diversos segmentos da sociedade estarem se articulando para definir novas estratégias de enfrentamento ao problema.
Enquanto isso, o gerente regional do Trabalho em Feira de Santana, José Batista, enfatizou sobre a importância das crianças terem garantidos seus direitos ao estudo e a brincadeira ao invés de trabalho. “Não podemos queimar estas importantes etapas da vida das crianças porque isto poderá trazer sérias consequência para sua formação mais tarde”, frisou.
Fonte: PMFS
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