Duas milhões de doses da vacina Astrazeneca/Oxford chegam da Índia

Distribuição para os 26 estados e Distrito Federal deve começar neste sábado (23)

Nesta sexta-feira (22), o Governo Federal recebeu as doses da vacina produzidas na Índia – Foto: Ministério da Saúde

Desembarcaram no Brasil, no fim da tarde desta sexta-feira (22), duas milhões de doses da vacina Astrazeneca/Oxford, vindas da Índia em um voo comercial da companhia Emirates. A aeronave foi recebida, no aeroporto de Guarulhos (SP), pelos ministros da Saúde, Eduardo Pazuello, das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e das Comunicações, Fábio Faria, além do embaixador da Índia no Brasil, Suresh Reddy.

“Esses dois milhões de doses de vacinas provenientes da Índia reforçam nosso plano de vacinação e reforçam também a parceria Brasil-Índia que estamos construindo nos últimos dois anos e que agora vemos que traz resultados concretos”, ressaltou o ministro da Saúde.

“O investimento em vacinas começou em junho quando foi assinado o primeiro acordo entre o Governo Brasileiro e o britânico para a produção da AstraZeneca/Oxford. Então, o Governo está fazendo a sua parte. Nós queremos que seja uma só nação e que o Brasil seja logo imunizado para que nós possamos retomar a economia”, afirmou o ministro das Comunicações.

Distribuição

Depois de passar pelos procedimentos alfandegários, os imunizantes seguiram, em uma aeronave da companhia Azul, em direção ao Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), no Rio de Janeiro. Segundo o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, as doses serão transportadas até a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em caminhões containers.

“Ao chegar na Fiocruz, imediatamente, começa a fase de preparação dessa carga, dos lotes. Etiquetagem, verificação do recebimento, garantia de que são as doses corretas as que estamos recebendo e preparar os lotes para os 26 estados e Distrito Federal. Amanhã, no final do dia, devemos começar a distribuição para todo o país. Em 24 horas, a partir do início da distribuição, deve chegar a todos os estados”, explicou Pazuello.CategoriaSaúde e Vigilância SanitáriaTags: COVID-19AstraZenecavacina de OxfordÍndia

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