CATINGA- LEMBRANÇA DA FAMILA E AMIGOS.

Passados quase 120 dias do seu falecimento sua figura continua muito presenta na memória de familiares e amigos. Laelson Ferreira Alves, na verdade Catinga, como se tornou conhecido, deixou a vida física no dia 9 de novembro de 2022, levando consigo a paixão pela família e o Fluminense de Feira, embora tenha se consagrado, durante várias temporadas, como titular absoluto da camisa seis do São Paulo FC de Feira, sem nunca pensar no futebol profissional.

Foto: Arquivo pessoal da família

Natural de Cedro do São João, Alagoas, veio para Feira com a família, ainda garoto. Muito jovem iniciou a vida no comércio instalando a loja Artzorra, em sociedade com o amigo Carlão. Depois passou para o ramo de bar, onde permaneceu. Em 1979, na Catedral de Senhora Santana, casou-se com a jovem Eliana Maria Santos Alves, filha de Albertina Souza Santos e Liberato Veríssimo, ele consagrado como o melhor pintor de carros da Bahia.

Catinga – o apelido teria sido em contraponto, pelo excesso de perfumes que usava -, teve uma vida feliz, garante dona Eliana. “Ele gostava de futebol, paixão pelo Fluminense de Feira, gostava de seresta, de Nelson Gonçalves, Dalva de Oliveira, Ângela Maria, Roberto Carlos, Gal Costa, dentre outros grandes ídolos da música brasileira e tinha muitos amigos”, relata Eliana lembrando   outras  preferencias de Catinga, “queijo de cuia, cerveja e salame”.

Rememora, que o casal tornou-se sócio do Clube de Campo Cajueiro, pelo fato de que, no dia de uma apresentação de Gal Costa no clube, já não havia ingressos e Catinga, fã da artista, adquiriu título da agremiação. Coincidentemente ambos faleceram na mesma data. Saudosa, ela mantém muitas fotografias de Catinga, geralmente na equipe do São Paulo, bem como entre familiares e amigos, afinal foram mais de 40 anos de uma feliz convivência.

* Por Zadir Marques Porto – Jornalista.

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