POLUIÇÃO SONORA

Faltam fiscais para combater a poluição sonora.

A falta de recursos humanos é o problema enfrentado pela Secretaria de Meio Ambiente para combater a poluição sonora no município. 

O reconhecimento é feito pelo secretário Antônio Carlos Coelho e pelo prefeito Colbert Martins, ao qual ele diz ter revelado a situação. “A Secretaria de Meio Ambiente não conta com um número de funcionários suficiente para atender à grande demanda de reclamações e isso eu já comuniquei ao senhor prefeito” garante.

Observa o titular da secretaria de Meio Ambiente que as reclamações contra a poluição sonora ocorrem diariamente dos mais diversos pontos da cidade e igualmente em horários diferentes, o que exige contar com uma equipe de fiscais numerosa para poder efetuar os deslocamentos necessários. Por conta disso Antônio Carlos Coelho sugere ao prefeito Colbert Martins que essa atividade seja transferida para a Secretaria de Serviços Públicos “como foi feito em Salvador” e o setor sediado na Guarda Municipal para que a ação tenha o respaldo necessário.

Mostrando-se preocupado com as reclamações da comunidade Coelho acrescenta que não é só a poluição sonora que tem e ser combatida dia a dia “há a poluição atmosférica já que temos centenas de indústrias em vários locais, há também as reservas hídricas, como lagoas e rios que precisam ser fiscalizadas, além de outras formas de poluição e a Secretaria não tem equipe para isso, faltam fiscais”. Ele acredita que esse trabalho sendo transferido para a Secretaria de Serviços Públicos em consonância com a Guarda Municipal o problema poderá  ser bastante minimizado.

* Por Zadir Marques Porto – Jornalista.

Comentários

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *