Ceasa Cidadã oferece 21 serviços de saúde e cidadania

A união de diversos órgãos públicos em um evento, ofertando uma ampla cartela de serviços de saúde e cidadania. Essa é a segunda edição da Ceasa Cidadã, realizada na unidade da Central de Abastecimento do CIA-Aeroporto, nesta quarta-feira (25). A feira foi iniciada às 9h e segue até as 15h, oferecendo 21 ações para mais de duas mil pessoas.
A lista de serviços inclui de emissão de documentos e vacinação à demonstração de robótica, consultorias para defesa do consumidor e intermediação de trabalho. A artesã Márcia Mendes resolveu pendências documentais e de saúde e se disse “satisfeita que uma ação como essa esteja sendo realizada na localidade”. Mesmo morando em Paripe, o estudante Joilson Cristóvão procurou a feira para emitir novas vias do CPF e da carteira de trabalho, “uma vez que não é sempre que se consegue resolver vários problemas em um único lugar”.
O evento tem a participação de 15 órgãos governamentais, dentre eles a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS). “O trabalho realizado na feira é muito similar ao que desenvolvemos com a Caravana Social. Tudo para aproximar o cidadão do Estado e, ao mesmo tempo, oferecer um serviço de qualidade”, afirma o titular da SJDHDS, Calos Martins.
Convidada especial da feira, a Ronda Maria da Penha também esteve presente, “orientando mulheres em situação de violência doméstica ou que, simplesmente, não conheciam a força-tarefa, e fiscalizando medidas protetivas”, salienta o cabo Valnei Santos.
Trabalho infantil
Iniciativa da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), via Superintendência de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Sudic), a segunda edição da Ceasa Cidadã aborda o tema ‘Papel da Família no Combate ao Trabalho Infantil’, com o objetivo de conscientizar comunidades locais sobre os riscos dessa prática.
“Quando assumimos a Ceasa, em 2016, pensamos em uma ação conjunta com Ministério Público para partir para o enfrentamento do trabalho infantil e criamos o Jovem Aprendiz da Ceasa. Com ele, os jovens são capacitados e passam a trabalhar com a remuneração e proteção apropriadas, seguindo uma série de regras, como a necessidade de frequentar a escola”, explica o diretor-presidente da Sudic, Jairo Vaz.
Fonte: Secom.ba
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