Estudantes baianos são medalha de ouro na 16ª Olimpíada Nacional em História do Brasil.

Fase final da Olímpiada aconteceu em Campinas (SP) e contou com a participação de cerca de 1,3 mil estudantes de todo o país, divididos em 340 equipes.

Crédito: Divulgação

Três estudantes baianos conquistaram medalha de ouro na 16ª Olímpiada Nacional em História do Brasil (ONHB), projeto realizado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Ana Cecília Viana, Rafael Bonfim e Sófia Dórea, alunos do Colégio Anchieta, em Salvador, foram destaque na competição, cuja etapa final contou com cerca de 1,3 mil participantes de todo o país, divididos em 340 equipes.  

Diretor do Colégio Anchieta, Ademilton Costa Júnior avalia que o bom desempenho dos alunos é resultado de esforços e do papel transformador da educação. “Vê-los conquistar a medalha de ouro na 16ª Olimpíada Nacional em História do Brasil é motivo de orgulho e inspiração para toda a comunidade escolar. É uma conquista que destaca sua capacidade e reafirma o compromisso do Colégio Anchieta com a formação de cidadãos preparados para os desafios do presente e do futuro. É a Bahia brilhando e mostrando a força do nosso ensino”, celebra. 

As provas e a cerimônia de premiação aconteceram na sede da Unicamp, em Campinas, São Paulo. A olímpiada contou com a participação de alunos dos ensinos fundamental e médio. Na final, foram entregues 17 medalhas de ouro, 27 de prata e 37 de bronze, além de troféus às escolas com grupos medalhistas e medalhas de honra ao mérito aos demais participantes. A premiação ocorreu nos dias 24 e 25 de agosto. 

A 16ª edição da Olímpiada Nacional em História do Brasil contou com um número recorde de inscritos, com 51,2 mil grupos, formados por três estudantes dos ensinos fundamental ou médio e um professor de História. As equipes que chegaram à final participaram antes de seis fases on-line realizadas entre maio e junho. Na fase final, os estudantes responderam a uma prova dissertativa que teve como tema a repatriação do Manto Tupinambá, do século XVI, em julho de 2024. O Manto estava no Museu Nacional da Dinamarca e foi entregue ao Museu Nacional do Rio de Janeiro. 

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* Fonte: DANIELA PASSOS / GRAZIELLA GARCIA – Comunicativa Associados.

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