Secretaria de Segurança do Rio apresenta os novos comandantes das forças policiais

Nova cúpula das polícias Civil e Militar irá trabalhar para promover maior integração entre as forças, valorizar profissionais e para recuperar a segurança do estado

A nova cúpula das polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro foi apresentada à imprensa na tarde desta quarta-feira (7). A Polícia Militar do estado será comandada pelo coronel Luis Claudio Laviano, de 49 anos. Ele irá substituir o coronel Wolney Dias. Na Polícia Civil, a chefia ficará por conta do delegado Rivaldo Barbosa, que antes estava sob a responsabilidade do delegado Carlos Leba.

O secretário de Segurança Publica do Rio, General Richard Nunes, afirmou que os dois foram escolhidos pela experiência profissional:  “São pessoas da minha inteira confiança e foram escolhidos pela competência profissional. Tenho certeza que irão fazer o esforço para transformar as duas instituições capazes de atender aos anseios da população”.

Conheça mais sobre o perfil dos novos chefes  e saiba como eles pretendem coordenar as polícias durante a intervenção:

Luis Claudio Laviano – Polícia Militar

O Coronel que irá dirigir a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PM-ERJ) já comandou o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e a Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), responsável pela pacificação das comunidades. Agora, à frente da PM, ele deverá priorizar a valorização profissional e trabalhar para que haja mais integração entre as polícias e as forças de segurança, além de fortalecer o Sistema Integrado de Metas, que recompensa policiais por bons resultados.

“Estamos unidos para preservar o maior bem do ser humano, que é a vida da população. Policiais nas ruas atentos ao serviço, preservando a vida do cidadão. Policiais trabalhando honestamente em prol da sociedade. Policiais, tenham a certeza de que terão o apoio de seus comandantes”, disse.

Rivaldo Barbosa – Polícia Civil

Na Polícia Civil desde 2002, o delegado Rivaldo Barbosa já chefiou a Coordenadoria de Informação e Inteligência Policiais (Cinpol), a Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (Polinter) e, até então, era o diretor da Divisão de Homicídios. Na Secretaria de Segurança, o delegado já ocupou o cargo de titular da Subsecretaria de Inteligência.

“Nós temos um foco: restabelecer e trazer a tranquilidade à sociedade carioca. E faremos isso com todo empenho do nosso trabalho”, afirmou o delegado durante a apresentação. A Secretaria de Segurança orientou Barbosa a também atuar para promover a integração entre as forças policiais e valorizar os profissionais.

Intervenção  

A intervenção federal na Segurança Pública do Rio de Janeiro foi decretada pelo presidente da República, Michel Temer, no dia 16 de fevereiro. Como interventor, foi nomeado o general do Exército Walter Braga Netto. Na função, ele pode requisitar “bens, serviços e servidores” das áreas das secretarias estaduais de Segurança e de Administração Penitenciária e do Corpo de Bombeiros Militar para emprego em ações por ele determinadas.

As polícias Civil e Militar do estado também estão subordinadas a ele. Segundo o interventor, o objetivo da intervenção é recuperar “a capacidade operativa dos órgãos de segurança pública e baixar os índices de criminalidade de todo o estado”.

Fonte: Governo do Brasil, com informações da Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro 

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