Ministro do Planejamento explica importância da reforma da Previdência

Na manhã desta terça-feira (23), Dyogo Oliveira apresentou as principais medidas que o Governo do Brasil tem adotado para equilibrar as contas públicas e garantir os investimentos em áreas prioritárias como saúde e educação. Durante entrevista ao programa da rádio “Por Dentro do Governo”, também comentou sobre a necessidade de mudar as regras de aposentadoria no Brasil. Confira os principais pontos da conversa com jornalistas:

Déficit da Previdência  

“Nós temos um sistema que acumula um enorme déficit. Em 2017 foram R$ 268 bilhões. Um déficit que vem crescendo ano após ano de maneira muito rápida, colocando em risco a boa gestão das contas públicas e, principalmente, reduzindo recursos de todas as outras áreas que o governo tem obrigação de aplicar e proteger o cidadão: saúde, educação, transportes. Tudo isso vem sofrendo com falta de recursos porque a Previdência vem consumindo um volume excessivo das despesas do governo.”

Reforma 

“O sistema atual é muito injusto. As pessoas que se aposentam ganhando um salário mínimo, em média, se aposentam aos 60 anos de idade. As pessoas que recebem mais de seis salários mínimos se aposentam, em média, com cinquenta anos de idade. Há uma tremenda injustiça contra aqueles que ganham menos. O que nós estamos propondo é um sistema igual para todos, onde a regra de idade vai ser igual para todos.”

Governo Digital  

“O governo está fazendo um grande esforço de se atualizar, se digitalizar, para ter serviços que custam muito menos. O atendimento pelo meio digital custa um décimo do preço do atendimento pelo meio normal e melhora a qualidade do serviço.” 

Recuperação econômica 

“Há um processo muito claro de recuperação da economia brasileira, mas isso precisa se consolidar ao longo dos anos. Pra isso, nós temos que garantir que o governo está saudável. E para o governo estar saudável é preciso que a gente ataque esse problema do déficit da previdência.”

Concurso  

“Esse ano nós voltaremos realmente a ter concurso, mas há um limite: o número de pessoas que entrar vai ser exatamente, no máximo, o número de pessoas que vai sair.”

Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério do Planejamento 

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