Diabetes: checkup é grande aliado no diagnóstico e tratamento desta doença silenciosa.

Taxa elevada de glicemia pode levar a complicações e autocuidado é necessário.

Infarto, predisposição a infecções, alteração visual e má cicatrização estão entre complicações que podem ser provocadas pela hiperglicemia – desencadeada pela incapacidade de a insulina exercer adequadamente seus efeitos no corpo, causando o Diabetes Melittus. Quando a glicemia de jejum está acima de 126 mg/dL, o sinal vermelho é aceso pois sugere a doença. Para lembrar a importância de sua prevenção e controle, o dia 14 de novembro foi destacado como Dia Mundial do Diabetes.   

De acordo com a endocrinologista Luciana Estrela, atualmente, observa-se que a incidência e prevalência da hiperglicemia está aumentando. Ela destaca que, atualmente, no mundo, há 382 milhões de pessoas diabéticas – cerca de 8% da população. Para 2045, autoridades em saúde projetam que 628 milhões de pessoas podem conviver com a doença, representando quase o dobro dos números atuais. A médica explica que isso se deve a vários fatores: aumento do número de diagnósticos; envelhecimento da população e aumento do número de pessoas com sobrepeso, por exemplo. 

Por se tratar de uma doença silenciosa, a endocrinologista orienta que todos façam consultas médicas e exames regularmente. “O checkup anual é importantíssimo porque a gente sabe que essa é uma doença que, quando dá sinais, a glicemia já subiu e está acima de 180, geralmente”, sinaliza a médica. 

Ela diz que é preciso ficar atento aos sintomas indicativos do diabetes: urinar muito; beber muita água; perder peso; se sentir fraco e infecção associada (vaginal, urinária, peniana, de vias aéreas, de garganta, boca, pele etc), algo frequente em pacientes com diabetes descompensado. 

Diagnóstico 

A endocrinologista frisa que, após o diagnóstico, é preciso monitorar a doença com testes de glicemia para orientar o tratamento e evitar um quadro crônico e, consequentemente, um cenário crítico com possibilidade de complicações agudas a exemplo de coma, tanto em adultos quanto em crianças, e necessidade de internamento para hidratação, uso de insulina e tratamento de infecção.  

Para identificar a hiperglicemia e fazer seu acompanhamento, o IHEF (Instituto de Hematologia e Hemoterapia de Feira de Santana), referência em medicina laboratorial, realiza exames de Glicemia Jejum, Teste Oral de Tolerância a Glicose, mais conhecido como Curva Glicêmica, Glicose Pós Prandial e Hemoglobina Glicada (HbA1c).  

O paciente deve manter a sua rotina de alimentação normal nos dias que antecedem o procedimento, porém, para os testes de glicemia, é necessário estar em jejum mínimo de oito horas e máximo de 12 horas. No caso do HbA1c, não é necessário jejum.   

Segundo dados do Grupo Meddi, do qual o IHEF faz parte, de janeiro a outubro de 2021, o laboratório realizou 114.542 exames relacionados a medição de glicose no sangue. No mesmo período do ano passado, foram feitos 86.435.   

Fatores de risco 

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), ter pressão alta, colesterol alto ou alterações na taxa de triglicérides, ter síndrome de ovários policísticos, estar acima do peso, ser sedentário e ter um parente próximo com diabetes, são alguns dos fatores comuns de quem é acometido pela doença, que se manifesta nos tipos 1 (geralmente surge na infância e na adolescência e se caracteriza pela destruição das células produtoras de insulina) e no tipo 2 (mais frequente em adultos, resulta da resistência à insulina e de deficiência em sua secreção). 

Autocuidado 

De acordo com doutora Luciana Estrela, uma das atitudes mais importantes para não desenvolver ou para atrasar o desenvolvimento da doença é o autocuidado. Ela dá duas dicas valiosas: 

– Realize atividade física regularmente (no mínimo três vezes na semana durante 50 minutos, ou 30 minutos por dia) e 

– Adote uma alimentação mais saudável, evitando fast food, que, a longo prazo, gera gordura abdominal, aquela que é mais prejudicial para o nosso corpo por aumentar a secreção de insulina e promover alterações na glicemia, provocando o diabetes. 

“Com boa alimentação, atividade física regular, monitoramento através de exames e medicação adequada, vai haver o controle do diabetes. Com isso, é possível ter uma qualidade de vida melhor”, frisa a endocrinologista. 

SOBRE O IHEF       

O IHEF (Instituto de Hematologia e Hemoterapia de Feira de Santana), foi fundado em 1983, objetivando proporcionar a todos os pacientes do estado da Bahia, diagnóstico e tratamentos das doenças do sangue. Após anos de atuação, o IHEF expandiu para as áreas de medicina laboratorial, diagnóstico por imagem, medicina nuclear, vacinas e banco de sangue, dando origem ao Sistema de Saúde IHEF, o mais completo serviço de saúde não hospitalar do interior da Bahia.     

Desde 2014 é prêmio Top of Mind no segmento laboratorial em Feira de Santana e também vencedor do prêmio Benchmarking Bahia por duas vezes, na categoria Compliance, como o melhor laboratório do interior da Bahia. O IHEF Laboratório possui certificações de qualidade como a ISO 9001 e a Acreditação PALC.     

Sugestão de fonte para entrevista:   Dra. Luciana Estrela – endocrinologista 

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